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Judiciário
Morte de juiz do Paraná causa comoção no Judiciário; STJ lamenta perda de Antonio Evangelista de Souza Netto
Redação
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manifestou profundo pesar pelo falecimento do juiz de direito Antonio Evangelista de Souza Netto, magistrado do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). Ele tinha 45 anos e exercia a função de diretor do Fórum da Comarca de Francisco Beltrão, no sudoeste paranaense.
Reconhecido pela dedicação à magistratura e pelo comprometimento com a prestação jurisdicional, Antonio Netto construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo e pelo respeito de colegas, servidores e operadores do Direito. Sua morte gerou grande comoção entre integrantes do Poder Judiciário.
Além da atuação no primeiro grau de jurisdição, o magistrado teve passagem pelo Superior Tribunal de Justiça como juiz auxiliar temporário da Segunda Seção. Entre novembro de 2025 e junho de 2026, integrou a equipe do gabinete da ministra Isabel Gallotti, período em que participou de importantes atividades jurisdicionais e administrativas da Corte Superior.
Em nota oficial, o STJ destacou a contribuição do magistrado aos trabalhos da instituição e prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão. O tribunal ressaltou a dedicação de Antonio Netto ao serviço público e seu comprometimento com a Justiça brasileira.
Antonio Evangelista de Souza Netto deixa duas filhas e sua companheira.
A morte do magistrado representa uma perda significativa para o Judiciário paranaense e para a magistratura nacional, que perde um profissional reconhecido pela seriedade, competência e espírito de colaboração.
As circunstâncias do falecimento não foram divulgadas pelas autoridades até o momento. O Tribunal de Justiça do Paraná e diversas entidades ligadas ao sistema de Justiça também emitiram manifestações de condolências em homenagem ao magistrado.